Probiótico infantil e seus resultados positivos; veja aqui

Probiótico infantil vem sendo pesquisado em diversas partes do mundo. Os resultados são animadores, embora ainda existam dúvidas sobre seus efeitos. É o que você vai ver neste artigo. Não perca!

Antes de oferecer até um simples chá às crianças é preciso ter cuidado e acompanhamento pediátrico. Com o probiótico infantil não é diferente. Mas, tudo indica que, se bem-administrado, o suplemento ajuda manter a saúde dos pequenos.

Na internet, há relato sobre uma nova pesquisa publicada na revista Pediatrics em março deste ano. O estudo mostra que o uso preventivo diário do probiótico Lactobacillus reuteri protectis pode prevenir infecções gastrointestinais e respiratórias.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas avaliaram mais de 300 crianças, com idades entre 6 meses e 3 anos. Durante 3 meses, parte delas recebeu o suplemento do probiótico todos os dias; a outra, somente placebo.

Resultado: o primeiro grupo apresentou menos 67% de dias com diarreia ou infecções em relação ao segundo. E a duração das infecções na turma que tomou probiótico infantil era sempre menor.

Constatou-se, portanto, a importância de fornecer probiótico infantil às crianças saudáveis que frequentam creches, para que tenham menos probabilidade de contrair diversos males.

Outro detalhe interessante ainda nesta análise é que também houve menos casos de febre, de necessidade de antibióticos e de falta à creche entre os que consumiram L. reuteri protectis – que pode ser encontrado, por exemplo, em iogurtes.

Por que o probiótico infantil e os demais funcionam? Como eles agem no organismo, afinal? As bactérias “do bem” encontradas em alimentos ou suplementos probióticos chegam ao intestino e promovem o equilíbrio da flora (microbiota), potencializando nossa imunidade.

Os produtos lácteos (iogurtes, leites fermentados) e os alimentos acrescidos de probióticos são as formas mais comuns. Porém, os micro-organismos podem ser consumidos na forma liofilizada, em cápsulas, comprimidos e envelopes.

Ou seja, existe um amplo leque de produtos, tanto alimentícios quanto medicamentos e suplementos dietéticos, passível de receber lactobacilos e bifidobactérias.

Contudo, não custa nada lembrar que é bom ficar atento às normas de conservação dos micro-organismos vivos. Muitos probióticos precisam, inclusive, de uma temperatura ideal para serem preservados.

Aviso: este post tem função de informar; não substitui aconselhamento médico e/ou nutricional. Consulte sempre especialistas para manter seu filho saudável.

Probiótico infantil: benefícios

Uma informação disponível na web trata de uma pesquisa feita por cientistas italianos, na qual eles concluíram que o probiótico infantil diminui o risco de disfunções gastrointestinais, entre elas refluxo, cólica e constipação, em nenês com até três meses de vida.

Os recém-nascidos foram divididos em dois grupos pelos cientistas da Universidade Aldo Moro. Segundo o estudo publicado na revista JAMA Pediatrics, um grupo recebeu o probiótico Lactobacillus reuteri, enquanto o outro, doses de placebo.

Para chegar ao resultado acima, os pesquisadores analisaram os dados fornecidos pelos pais das crianças, que passaram a anotar as ocorrências de vômito, evacuações e choros indicativos de cólica ao longo de três meses.

Atualmente, não faltam demonstrações que os probióticos para crianças e adultos são úteis, benéficos no combate à diarreia aguda infecciosa em todas as idades, além de agirem em certas doenças inflamatórias do intestino, como pouchite e colite ulcerosa. E mais:

• Alívio de sintomas ligados à má digestão da lactose
• Prevenção da enterocolite necrosante em crianças prematuras
• Melhora de quadros de síndrome do cólon irritável

Em outras situações, como redução dos sintomas da asma, prevenção e diminuição da gravidade de infecções em bebês prematuros, é necessário fazer mais pesquisas para avaliar a eficácia dos probióticos, embora tenham demonstrado relevância.

Apesar dos resultados positivos das pesquisas, uma coisa é certa: ainda não estão claros os efeitos dos probióticos em longo prazo. Os estudos precisam explicar melhor também os processos envolvidos nos benefícios que as bactérias “boas” proporcionam.

Na dúvida, consulte seu médico!

Até o próximo post…

 

Imagens: Pixabay

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