Probiótico dá gases? Saiba a resposta neste post!

Parece contraditório que um alimento capaz de aliviar desconfortos gastrointestinais possa, em vez disso, causar flatulência. Será, afinal, que probiótico dá gases? Tire essa dúvida hoje aqui comigo! Vamos nessa!

Primeiro, é bom lembrar que existem diversos fatores por trás dos desagradáveis gases e da sensação de estufamento abdominal.

Por exemplo: comer demais em uma única refeição; ingerir os alimentos muito rápido, sem mastigar direito; consumir bebidas durante a refeição, principalmente as gaseificadas; falar enquanto come; ter intolerância a certos alimentos ou apresentar desequilíbrio da flora intestinal (disbiose).

Quanto aos probióticos, são micro-organismos que podem oferecer uma série de benefícios, mas também efeitos colaterais. Isso mesmo!

Em geral, algumas pessoas apresentam flatulência, inchaço ou diarreia quando utilizam probióticos pela primeira vez. Entretanto, tais reações adversas tendem a sumir em poucos dias ou semanas após o consumo.

Em casos raros, não é só uma questão de saber se “probiótico dá gases?”, mas de perceber erupções cutâneas ou coceira associadas à ingestão dos micro-organismos vivos.

Na verdade, qualquer indivíduo com alergia ou intolerância a itens como lactose, laticínios, glúten, soja e ovos, via de regra, pode necessitar de mais cautela ao escolher probióticos.

O cuidado vale ainda para os portadores de doenças graves ou condições que afetam o sistema imunológico – que devem consultar seu médico antes de tomar probióticos, pois as complicações nestes contextos podem ser mais graves.

Probiótico dá gases? Pode dar, especialmente se é ultrapassada a medida recomendada pelo fabricante ou profissional de saúde. Embora não exista muita evidência de uma possível overdose dessas “bactérias do bem”, é importante ler os rótulos e não exagerar.

Um detalhe importante: a dosagem ideal varia de uma pessoa a outra, dependendo do estado de saúde e do tipo de probiótico. E se algum deles provocar flatos ou sintomas mais fortes, talvez seja a hora de reduzir a quantidade ou até evitar o produto.

Em vários posts aqui no blog, você encontra bons motivos para apostar no consumo dos probióticos, devido inúmeras vantagens que eles proporcionam ao funcionamento de nosso organismo.

Contudo, é essencial esclarecer que efeitos colaterais podem ocorrer, embora em pequena porcentagem da população. A maioria não tem queixas ou indagações do gênero “probiótico dá gases?”.

Não se sabe os motivos pelos quais determinadas pessoas têm reações adversas, ainda que elas diminuam ou desapareçam após dias de uso contínuo de suplementos probióticos.

A reação mais comum nos relatos é aumento de gases e inchaço. Já os que consomem probiótico à base de fermento podem ter mais sede que o normal e constipação.

Na internet, uma recomendação para reduzir a probabilidade de resultados ruins é começar o consumo com uma baixa dose de probióticos e, ao longo das semanas, ir aumentando aos poucos até a dose ser completa.

A ideia é ajudar o corpo a fazer o ajuste. Caso a flatulência, inchaço ou outro incômodo persista, pare de ingerir os micro-organismos e consulte um médico.

Probiótico dá gases? Talvez… Entenda!

Existe probiótico de tudo o que é jeito… dos suplementos em cápsulas, clusters e outros formatos industrializados aos alimentos fermentados (kimchi, iogurte, kombucha, kefir e chucrute).

Consumidas nas doses corretas, as bactérias vivas e leveduras beneficiam nossa saúde de diversas maneiras, incluindo a redução do risco de infecções, melhora da digestão e prevenção de enfermidades crônicas.

Seguros para a maioria, os probióticos são aliados da qualidade de vida. No entanto, não estão livres de causar efeitos desagradáveis, ainda que temporários. Entre eles, constipação, sede excessiva, inchaço e gases.

Alguns indivíduos podem reagir mal a ingredientes utilizados em suplementos ou a aminas encontradas naturalmente em alimentos probióticos. Mas as reações adversas são relativamente poucas, e improváveis.

Atenção: este post tem função de informar. Não substitui consulta e prescrições médicas. Consulte sempre um profissional especializado para tirar dúvidas e fazer o acompanhamento adequado.

Até o próximo artigo!

 

 

Imagens: Pixabay

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